Vento que sopra em meu coração,
me leva no colo sem dizer para onde vai,
carrega memórias de tempos passados,
e vozes que ecoam pela eternidade,
são murmúrios de dor e sofrimento,
são cânticos de riso e felicidade.
Vento que sopra sem direção,
girando em espiral, subindo e descendo,
desenha na areia seu retrato abstrato,
escreve nas nuvens seu nome em segredo,
e servindo de alimento ao fogo,
se torna a paixão que quebra o rochedo.
Vento que sopra na escuridão,
é minha espada, meu escudo e meu elmo,
é raio de luz, é meu guardião,
morada da força, que faz e desfaz,
que guia meus passos na vida e na morte,
é voz feminina, guerreira da paz.
Paulo lourenço “Ramiro de Kali”
são cânticos de riso e felicidade.
Vento que sopra sem direção,
girando em espiral, subindo e descendo,
desenha na areia seu retrato abstrato,
escreve nas nuvens seu nome em segredo,
e servindo de alimento ao fogo,
se torna a paixão que quebra o rochedo.
Vento que sopra na escuridão,
é minha espada, meu escudo e meu elmo,
é raio de luz, é meu guardião,
morada da força, que faz e desfaz,
que guia meus passos na vida e na morte,
é voz feminina, guerreira da paz.
Paulo lourenço “Ramiro de Kali”



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